CENSURA ao Porta dos Fundos

O humorístico blasfemo que o Porta dos Fundos lançou é provavelmente tão sem graça quanto o restante do trabalho do Fábio Porchat e Gregório Duvivier, digo provavelmente, porque eu não tive o menor interesse em assistir. Soube que ninguém riu, nem mesmo os detratores da fé cristã.

Se todos os cristãos tivessem ignorado esse material de mau gosto, ele provavelmente jamais teria adquirido tamanha repercussão. A ingenuidade e a vontade de cercear a liberdade foram tanta que deram publicidade gratuita para uma propaganda anti-cristã.

Ingenuidade porque estamos todos cansados de saber que é impossível retirar conteúdo de interesse público da internet. Se você proíbe, ele se expande. Esse fenômeno tem a mesma idade da internet.

O que a justiça fez foi CENSURA. Quem comemora isso não poderá reclamar quando algum humorista for processado porque contou piada sobre alguma minoria.

Nisso a esquerda e a direita brasileira se igualam. Choram pro papai Estado quando vêem uma piada que não gostam.

Cristo é infinitamente maior do que esse grupo de humor e não precisa de uma mecanismo burocrático e ineficiente para defendê-lo.

Quem mais ganhou com isso foi o Porta dos Fundos.

Eduardo Ribeiro
Eduardo Ribeiro é professor na Gigante Escola em Itaquaquecetuba, atua na área de cursos profissionalizantes desde 2009. É bacharel em Ciência da Computação e pós-graduando em Direito Público, é fã de tecnologia, educação e política. É pré-candidato a vereador em Itaquaquecetuba.

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